Um turista brasileiro conseguiu recuperar R$ 8,3 mil após uma intervenção realizada por órgãos de defesa do consumidor e pela Polícia Turística em uma loja de eletrônicos no centro de Ciudad del Este, no Paraguai.
O caso ocorreu na manhã de sábado (8), em um estabelecimento localizado na Rua Carlos Antonio López, uma das principais vias comerciais da cidade. A ação foi desencadeada após uma denúncia relacionada a uma negociação de produtos eletrônicos.
Segundo informações das autoridades paraguaias, o brasileiro relatou que havia efetuado o pagamento de R$ 8.300 por meio de transferência via PIX para a compra de equipamentos eletrônicos. No entanto, ao receber a mercadoria, percebeu que os produtos entregues não correspondiam aos itens apresentados e negociados inicialmente.
Diante da reclamação, representantes da Direção de Defesa do Consumidor e da Prefeitura de Ciudad del Este, acompanhados por agentes da Polícia Turística, foram até o estabelecimento para intermediar a situação. A atuação ocorreu a pedido do Ministério Público paraguaio, que determinou a verificação da denúncia.
No local, comerciantes, autoridades e o comprador participaram de uma mediação com o objetivo de encontrar uma solução para o impasse. Após as conversas, as partes chegaram a um acordo para o cancelamento da compra.
Como resultado, o valor pago foi devolvido integralmente ao turista brasileiro, encerrando a transação sem prejuízos financeiros ao consumidor. Após a confirmação do reembolso, o comprador deixou o local sem apresentar novas reclamações.
De acordo com a Polícia Turística, toda a documentação referente ao procedimento será encaminhada ao Ministério Público para análise e providências cabíveis. O atendimento também foi registrado oficialmente e documentado por meio de fotografias.
O caso reforça a importância de que consumidores brasileiros que realizam compras em Ciudad del Este procurem imediatamente os órgãos de defesa do consumidor e as autoridades policiais quando identificarem irregularidades em negociações comerciais.
A orientação é guardar comprovantes de pagamento, notas fiscais e registros das ofertas apresentadas pelos vendedores para facilitar eventuais reclamações. Além de procurar lojas de confiança e tradicionais para efetuar compras.