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Prematura

Ganha alta em Foz do Iguaçu a menor criança nascida no Hospital Costa Cavalcanti

A pequena Kimberllyn nasceu de 24 semanas, com apenas 505 gramas e 31 cm. A bebê passou 100 dias na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal até ganhar alta.

Publicado em 27/01/2022 às 10:15

(Foto: Divulgação/HMCC)

(Foto: Divulgação/HMCC)

(Foto: Divulgação/HMCC)

Ela ainda vai levar um tempo para entender, mas a pequena Kimberllyn já tem o que comemorar logo nos seus primeiros meses de vida. Filha de Jéssica Maria, de 25 anos, a bebê nasceu com 24 semanas e apenas 505 gramas e 31 cm, e se tornou a menor criança a nascer na Unidade Materno-Infantil do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC) e ganhar alta. Ela foi para casa no sábado, 22.

Kimberllyn nasceu em 09 de outubro de 2021, considerada prematura extrema de extremo baixo peso. A mãe de primeira viagem, Jéssica, lembra que foi tudo muito rápido e sofrido, e que as chances da filha sobreviver eram remotas. “As notícias não eram boas, eu também tive risco de vida, mas, graças a Deus, hoje estamos saindo juntas do hospital”, comentou.

As intervenções pela saúde de Kimberllyn começaram ainda na sala de parto e seguiram na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, com manobras de reanimação e estabilidade. Durante este período, a equipe procurou manter o vínculo familiar. “Inserimos a família como protagonista no processo de cuidado dela, de forma humaniza, buscando alternativas que minimizaram o impacto de quebra de vínculo relacionada ao nascimento prematuro”, explicou a gerente da UTI Neonatal, Cássia Estabelini.

Na unidade intensiva, a bebê permaneceu por 100 dias, e outros 5 na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI). “Além de todo cuidado recebido no hospital, Kimberllyn teve sua alta com trajetória formalizada por meio do Seguimento de Alta do Recém-Nascido, que garante a sequência de atendimento na rede de atenção primária e especializada”, completou Cássia.

No momento da alta, a pequena estava com 1.955 quilos e 39 centímetros. Do hospital ela foi direto para casa conhecer o restante da família. “A maioria só conheceu por fotos e estão ansiosos para encontrá-la”, falou a mãe, que continuou: “É inexplicável tudo isso. Só tenho a agradecer a todo cuidado recebido e dizer que, quando Deus quer, não importa o tamanho, Ele faz acontecer. Minha filha é um milagre”, finalizou.

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