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Anvisa inclui Gluconex e Tirzedral entre marcas proibidas no Brasil; veja lista completa

Novas marcas entram na lista por falta de registro; uso, venda e importação são proibidos em todo o país.

Publicado em 14/04/2026 às 18:58
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(Foto: Portal da Cidade)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu duas novas marcas de medicamentos usados para emagrecimento e ampliou a lista de produtos irregulares no país. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (13) e inclui os produtos Gluconex e Tirzedral.

Com a medida, ficam proibidos a fabricação, comercialização, distribuição, importação e também o uso dessas substâncias em todo o território nacional.

Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro sanitário no Brasil e são fabricados por empresas desconhecidas, o que impede a comprovação de segurança, qualidade e eficácia.

A nova resolução faz parte de uma ofensiva iniciada no fim de 2025 contra medicamentos conhecidos como “canetas para emagrecimento”, que vêm sendo vendidos de forma irregular, principalmente pela internet e em regiões de fronteira.

De acordo com o órgão, esses produtos são divulgados como alternativas mais baratas aos medicamentos autorizados, mas não passam pelos testes exigidos pela legislação brasileira e podem oferecer riscos à saúde.

Nos últimos meses, a lista de proibições foi ampliada e inclui outras marcas e substâncias utilizadas para emagrecimento. Entre elas estão:


A Anvisa também reforçou o alerta sobre a retatrutida, substância que ainda está em fase de estudos clínicos e não possui aprovação para uso comercial em nenhum país. Qualquer produto vendido com esse nome é considerado irregular.

A agência destaca que o uso de medicamentos sem registro pode causar efeitos adversos desconhecidos, já que não há controle sobre a origem, composição ou dosagem.

A decisão tem impacto direto em regiões de fronteira, como Foz do Iguaçu, onde muitos consumidores buscavam esses produtos em países vizinhos por conta do preço mais baixo. Com a proibição que inclui importação e uso, cresce a preocupação com a migração desse consumo para o mercado clandestino.

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