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OPERAÇÃO DIGNIDADE

Idoso de 74 anos trabalhava sem receber e vivia em condições precárias em Foz, diz PF

Segundo a PF, vítima fazia trabalhos braçais diariamente sem receber salário e vivia em estrutura precária e insalubre em uma propriedade rural.

Publicado em 23/09/2026 às 08:26
Atualizado em

(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

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(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Um idoso de 74 anos teria sido submetido a trabalhos braçais diários sem receber pagamento e vivia em uma estrutura considerada precária e insalubre dentro de uma propriedade rural de Foz do Iguaçu. O caso é investigado pela Polícia Federal, que deflagrou, nesta quarta-feira (23), a Operação Dignidade.

Durante a ação, policiais federais cumprem dois mandados de busca e apreensão no município. A investigação apura suspeitas de redução à condição análoga à de escravo e exposição da saúde e da integridade de pessoa idosa a condições degradantes.

As apurações começaram depois que a PF recebeu uma denúncia sobre a possível exploração do homem de 74 anos.

Segundo os levantamentos realizados pelos investigadores, o idoso vivia em uma estrutura precária e insalubre, próxima a espaços utilizados para a criação de animais. Mesmo com a idade avançada, ele faria diariamente trabalhos braçais na propriedade.

A Polícia Federal afirma que o homem não recebia pagamento pelo serviço realizado. Para sobreviver, utilizava o próprio benefício previdenciário.

A investigação também apontou que o idoso não possuía uma rede de apoio familiar ou social. Para a PF, a combinação da idade, das condições em que vivia e da falta de suporte aumentava a situação de vulnerabilidade e dependência da vítima.

Investigação continua

Os materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados devem auxiliar no avanço das investigações e na apuração das circunstâncias em que o idoso vivia e trabalhava.

A PF investiga possíveis crimes de redução à condição análoga à de escravo e de exposição a perigo da saúde e da integridade de pessoa idosa em condições degradantes.

Fonte: Portal da Cidade

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