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Homem é a segunda vítima da dengue em Foz do Iguaçu neste ano

O Informe Semanal divulgado nesta terça-feira (25) totaliza 20 óbitos causados pela doença no Paraná.

Postado em 26/06/2019 às 10:36 |

(Foto: Ilustrativa/Pixabay)

A secretaria da Saúde do Paraná confirmou nesta terça-feira (25) mais três mortes por dengue no estado. Os casos foram registrados nos municípios de: Ibiporã, um homem de 85 anos; Londrina, uma mulher de 59 anos, e Foz do Iguaçu, um homem de 55 anos.

O Informe Semanal publicado hoje totaliza 20 óbitos causados pela doença no período de agosto do ano passado até agora: 7 mortes foram registradas no município de Londrina, 3 em Cascavel, 3 em Loanda, 2 em Foz do Iguaçu, 2 em Maringá, 2 em Ibiporã e uma morte foi registrada em Cafelândia.

A análise dos dados aponta que 12 óbitos são do sexo masculino e 8 do sexo feminino. As faixas etárias predominantes ficam entre 50 e 59 anos e 80 e 89 anos.

O Paraná registra hoje oficialmente 16.402 casos confirmados de dengue; são 1006 a mais que na semana passada, que apontava 15.396.

O estado alcança 77.365 casos notificados.

O boletim mostra 72 municípios em epidemia, ou seja, apresentam incidência proporcional de 300 casos por 100 mil habitantes. Dois municípios entraram para esta relação nesta semana: Cascavel e Tapejara.

Outros 63 municípios seguem em alerta de epidemia, o que ocorre quando a taxa de incidência igual ou superior a 100 casos por 100 mil habitantes é atingida.

“Os números comprovam que, mesmo com a chegada do inverno, não podemos “baixar a guarda” e a Sesa convoca a população a adotar, de forma permanente, as medidas de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como por exemplo – a microcefalia”, afirma Raul Junior Bely, da Gestão de Informação da Sesa.

“A recomendação é não descuidar nenhum dia do ano de nossas casas e quintais e, mesmo com a queda das temperaturas, não deixar água parada para não dar chance ao mosquito se reproduzir”, complementou Raul Bely.

O monitoramento da dengue aponta que mais de 60% dos criadouros do Aedes aegypti, transmissor da dengue, estão nas residências.

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