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ASSISTÊNCIA SOCIAL

Foz reforça operação nas ruas com atendimentos durante manhã, tarde e noite

Pessoas abordadas podem ser encaminhadas ao Centro Pop e receber serviços de higiene, alimentação, documentos e assistência.

Publicado em 05/10/2026 às 18:03

(Foto: PMFI/Divulgação)

A Operação Nossa Casa vai continuar realizando abordagens frequentes a pessoas em situação de rua em diferentes regiões e horários de Foz do Iguaçu. Nesta segunda-feira (5), uma nova ação foi realizada durante a manhã, com encaminhamentos para serviços de assistência social do município.

A operação reúne equipes das secretarias municipais de Assistência Social, Segurança Pública e Comunicação. Segundo a Guarda Municipal, as abordagens ocorrem pela manhã, à tarde e também durante a noite.

O inspetor Reis, da Guarda Municipal, afirmou que a iniciativa deve permanecer na rotina das equipes. Além do atendimento às pessoas em vulnerabilidade, a operação busca ampliar a sensação de segurança nos espaços públicos.

Segundo ele, a condição de município de fronteira também influencia o cenário encontrado em Foz do Iguaçu, que recebe pessoas em trânsito e moradores vindos de diferentes regiões.

Atendimento durante o dia

Diferentemente de outras edições da operação, a ação desta segunda-feira ocorreu pela manhã. Segundo o coordenador do Centro Integrado de Atendimento à População em Situação de Rua, o CIAPS, Felipe Garcia, o horário permite ampliar os serviços oferecidos durante as abordagens.

Entre os atendimentos disponíveis estão alimentação, banho, higiene pessoal, orientação para emissão de documentos, atendimento técnico e encaminhamentos para outros serviços da rede socioassistencial.

As pessoas que aceitaram o atendimento foram encaminhadas ao Centro Pop. Quem recusou recebeu orientações sobre os serviços disponíveis na rede do Sistema Único de Assistência Social, o SUAS.

Diferentes situações

De acordo com a Assistência Social, não existe um único motivo que leve uma pessoa a permanecer nas ruas.

Entre os casos atendidos estão pessoas apenas de passagem por Foz, pessoas com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, desempregados, egressos do sistema prisional e pessoas com problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e outras drogas.

Por isso, segundo Felipe Garcia, o trabalho precisa ser contínuo. Mesmo quando uma pessoa recusa o acolhimento em uma abordagem, as equipes continuam oferecendo atendimento em ações posteriores.

A estratégia busca criar vínculo com quem permanece nas ruas e ampliar as possibilidades de encaminhamento para serviços que possam ajudar na reorganização da vida fora das ruas.

Fonte: Portal da Cidade

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