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EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Ausência de merendeiras afeta rotina escolar em Foz do Iguaçu, aponta Educação

Prestação de contas abordou impactos nas unidades, necessidade de contratar profissionais e estrutura para ampliar o ensino integral.

Publicado em 28/09/2026 às 12:13
Atualizado em

(Foto: Thiago Dutra/PMFI/Arquivo)

O afastamento de merendeiras tem afetado o atendimento nas unidades da rede municipal de ensino de Foz do Iguaçu. A situação foi apresentada pela Secretaria Municipal de Educação durante audiência pública realizada na quinta-feira (24), segundo comunicado da Câmara.

O encontro tratou da prestação de contas da Educação referente ao segundo quadrimestre de 2026, período entre maio e agosto. A disponibilidade de servidores foi um dos pontos discutidos pelos participantes.

O comunicado não detalha quantas merendeiras estão afastadas, os motivos das licenças ou quais escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) foram afetados. Também não apresenta medidas específicas de substituição dessas profissionais.

O impacto relatado pela Secretaria diz respeito ao atendimento nas unidades, sem descrição de eventuais mudanças nos horários, nos cardápios ou na quantidade de refeições.

Rede serve mais de 51 mil refeições por dia

A dimensão do serviço aparece em um levantamento municipal divulgado em agosto: a rede prepara, em média, 51.237 refeições diariamente. Desse total, 22.848 são destinadas aos CMEIs, 18.846 ao ensino fundamental de meio período e 5.214 ao ensino fundamental integral.

O restante atende outras modalidades e serviços, como a Educação de Jovens e Adultos e unidades que oferecem café da manhã e almoço. Os cardápios são elaborados por nutricionistas conforme a idade dos estudantes e o tempo de permanência na escola.

Nas unidades de período integral, normalmente são oferecidos café da manhã, almoço e lanche da tarde. O preparo e a manipulação dos alimentos são acompanhados pela equipe de nutrição da Secretaria. Clube Foz

Falta de profissionais também entrou no debate

Durante a prestação de contas, a secretária de Educação, Joyce Mara Santos, apontou as limitações orçamentárias como uma dificuldade para ampliar o quadro de profissionais. A demanda inclui trabalhadores para o acompanhamento de estudantes que precisam de apoio especializado, conforme reportagem da Rádio Cultura sobre a audiência.

A expansão do ensino integral também foi discutida, com questionamentos sobre a estrutura e o número de servidores necessários para ampliar o atendimento.

Fonte: Portal da Cidade

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