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BUSCAS CONTINUAM

Há seis meses, família procura Gregório Lopes, de 81 anos, desaparecido em Foz

Família procura pelo idoso com Alzheimer desde abril e pede ajuda para encontrar informações sobre o paradeiro dele.

Publicado em 07/10/2026 às 08:24

(Foto: Reprodução/Arquivo)

A família de Gregório Lopes, de 81 anos, completa seis meses de buscas pelo idoso em Foz do Iguaçu. Diagnosticado com Alzheimer, ele saiu sozinho de casa no dia 6 de abril de 2026 e não foi mais localizado.

Segundo os familiares, Gregório ficou sozinho na residência por um curto período enquanto a filha levou a mãe a uma sessão de fisioterapia nas proximidades. Quando ela retornou, percebeu que o pai havia saído.

A família não sabe exatamente como ele conseguiu deixar o imóvel. Uma das hipóteses é de que o portão tenha ficado apenas encostado ou que Gregório tenha encontrado uma chave.

Câmeras registraram idoso caminhando pela cidade

Após perceber o desaparecimento, a família iniciou buscas nos locais que Gregório costumava frequentar. Um deles era um shopping próximo da residência, onde o idoso tinha o hábito de ir para tomar sorvete.

De acordo com os familiares, funcionários do estabelecimento informaram que Gregório esteve no local no dia do desaparecimento. Imagens de câmeras também registraram o idoso caminhando pela região.

Outros estabelecimentos forneceram gravações que ajudaram a família a tentar reconstruir o caminho percorrido por ele naquele dia. Essas estão entre as últimas imagens conhecidas de Gregório antes de desaparecer.

Seis meses sem respostas

Desde abril, familiares, amigos e conhecidos percorreram diferentes regiões de Foz do Iguaçu. Também foram feitas buscas em hospitais, unidades de saúde, delegacias e outros locais onde Gregório poderia ter procurado ajuda.

Durante esse período, a família recebeu relatos de possíveis avistamentos em diferentes pontos da cidade, mas nenhuma das informações levou até o idoso.

A Polícia Civil do Paraná informou que a investigação continua. Entre as medidas adotadas estão o cruzamento das informações recebidas e consultas a registros de hospitais, instituições de assistência, unidades de saúde e óbitos de pessoas ainda não identificadas.

Após seis meses, a família segue em busca de qualquer informação que possa ajudar a descobrir o paradeiro de Gregório.

Fonte: Portal da Cidade

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