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DECISÃO DA RECEITA

Deputado tenta barrar nova rota de ônibus que levará veículos à Avenida Paraná

Nova regra entra em vigor no sábado (15) e pode aumentar o fluxo de veículos pesados em uma das principais avenidas de Foz do Iguaçu.

Publicado em 11/08/2026 às 10:20
Atualizado em

(Foto: Divulgação/Arquivo)

O deputado federal Vermelho (PL-PR) se reúne com representantes da Receita Federal nesta terça-feira (11), às 15h, para tentar suspender a mudança na rota dos ônibus interestaduais em Foz do Iguaçu.

A nova regra determina que os veículos que estejam na Rodoviária Internacional deixem de seguir diretamente em direção à BR-277. Os ônibus deverão circular pela Avenida Costa e Silva, passar pelo cruzamento com a Avenida Rosa Cirilo de Castro e seguir até a Avenida Paraná para fiscalização.

A alteração estava prevista para entrar em vigor em 1º de agosto, mas foi adiada para sábado (15). A medida foi estabelecida pela Receita Federal para reforçar a fiscalização de passageiros e bagagens transportados nos ônibus rodoviários.

Segundo Vermelho, a nova rota deve aumentar a circulação de veículos pesados em avenidas movimentadas e agravar os congestionamentos, principalmente nos horários de pico.

O parlamentar também aponta possíveis atrasos nas viagens e transtornos para moradores, trabalhadores e turistas que chegam ou deixam Foz do Iguaçu. Para ele, o trajeto entre a rodoviária e a BR-277 deveria evitar o deslocamento desnecessário dos ônibus por vias urbanas de grande circulação.

Vermelho afirma ainda que a mudança foi definida sem diálogo prévio com a Prefeitura de Foz do Iguaçu e com representantes dos setores de transporte, turismo e comércio.

Alternativas apresentadas

Em ofício encaminhado ao secretário especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, o deputado apresentou três alternativas para evitar o deslocamento dos ônibus até a Avenida Paraná.

Entre as propostas estão a suspensão da nova rota, a instalação de um posto de fiscalização da Receita Federal dentro da Rodoviária Internacional e a abertura de uma discussão entre o órgão federal, a Prefeitura e entidades empresariais ligadas ao turismo.

Segundo o parlamentar, o objetivo é manter a fiscalização aduaneira sem aumentar o trânsito nas avenidas da cidade ou comprometer a mobilidade urbana. A Receita Federal ainda não informou se pretende alterar ou suspender a medida.

Fonte: Portal da Cidade

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