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ASSALTO NO PARAGUAI

Preso em Foz do Iguaçu é acusado de participar de assalto à casa de juíza no Paraguai

Criminosos levaram G. 810 milhões, R$ 2 mil e outros bens em Ciudad del Este. Ministério Público formalizou acusação contra suspeito de 29 anos.

Publicado em 28/09/2026 às 00:00
Atualizado em

Imagem de arquivo mostra o suspeito durante uma prisão anterior pela polícia paraguaia. Atualmente, ele está detido em Foz do Iguaçu. (Foto: Reprodução)

Um homem de 29 anos, preso em Foz do Iguaçu, foi formalmente acusado pelo Ministério Público do Paraguai de participar de um assalto à residência de uma juíza e de um empresário em Ciudad del Este. O crime ocorreu em dezembro de 2024, e o novo desdobramento foi divulgado na sexta-feira (25) pelo jornal ABC Color.

O investigado foi identificado como Roberto Ramón Martínez Insfrán. Os promotores Gabriel Segovia Villasanti e Zunilda Ocampos Marín atribuem a ele participação nos crimes de roubo agravado e associação criminosa. Segundo a investigação, ele teria integrado o grupo que entrou no imóvel.

A casa fica no km 11 Acaray e pertence ao empresário do setor de laticínios Wolnei Aloisio Troes Canal e à esposa, a juíza Ivete Welter de Troes. O assalto aconteceu na madrugada de 23 de dezembro de 2024.

Os criminosos invadiram a residência armados e exigiram que os moradores entregassem o dinheiro. O valor denunciado foi de 810 milhões de guaranis, além de R$ 2 mil. Também foram levados o equipamento que armazenava as imagens das câmeras de segurança e uma espingarda calibre 12.

Na apuração inicial, as vítimas relataram que os assaltantes utilizaram um bloqueador de sinal com 14 antenas. A polícia recuperou parte do dinheiro durante as primeiras diligências.

A informação sobre a prisão de Martínez Insfrán no Brasil chegou às autoridades paraguaias por meio do Comando Tripartite. Os promotores pediram à Justiça a prisão preventiva quando ele for colocado à disposição do Paraguai. 

Outros três envolvidos já foram condenados pelo assalto, com penas de 20 anos e de 22 anos e seis meses de prisão, além de medidas de segurança. Martínez Insfrán ainda não foi julgado por esse caso.

Fonte: Portal da Cidade

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