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Até que enfim

Após reclamações, Prefeitura assume limpeza do matagal na Perimetral Leste

Área é do DNIT, mas município assumiu temporariamente a roçada enquanto órgão federal prepara contratação do serviço.

Publicado em 25/06/2026 às 11:08

(Foto: PMFI/Divulgação)

A imagem do matagal tomando conta do acesso à Perimetral Leste começou a ficar no passado. Após dias de reclamações de motoristas e da repercussão sobre a vegetação que escondia placas de trânsito, a Prefeitura de Foz do Iguaçu iniciou nesta quinta-feira (25) um mutirão de limpeza em um dos principais entroncamentos da cidade.

As equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente começaram a roçada na região do bairro Carimã, no trevo que conecta a Perimetral Leste à Rodovia das Cataratas e ao acesso à aduana argentina. O local recebe diariamente grande fluxo de moradores, caminhões e turistas que seguem em direção ao Parque Nacional do Iguaçu e ao país vizinho.

Embora a área seja de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o município decidiu executar o serviço de forma emergencial. Segundo a Prefeitura, o órgão federal ainda está em processo de licitação para contratar uma empresa que ficará responsável pela manutenção permanente da faixa de domínio.

Na última terça-feira, o prefeito General Silva e Luna esteve no local para acompanhar de perto a situação. A expectativa é que a retirada da vegetação devolva a visibilidade da sinalização, facilite a circulação de veículos e reduza os riscos de acidentes em um dos acessos mais importantes da fronteira.

De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Johnys Freitas, a força-tarefa continuará nos próximos dias. Além da roçada, as equipes também atuarão no Distrito Industrial com um mutirão para recolher resíduos descartados irregularmente às margens das vias.

A operação reúne ainda servidores das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura e de Obras.

A administração municipal também reforçou o alerta sobre o descarte irregular de lixo. A prática é considerada crime ambiental e pode resultar em pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo aplicativo e-Ouve.

Fonte: Portal da Cidade

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