CUIDADOS NO INVERNO
Frio exige atenção redobrada com crianças, idosos, gestantes e doentes crônicos
Prefeitura de Foz do Iguaçu orienta sobre prevenção e sinais de alerta para evitar complicações provocadas por doenças respiratórias.
Publicado em
31/07/2026 às 15:29
Atualizado em
As temperaturas mais baixas e a permanência prolongada em locais fechados favorecem a circulação de vírus respiratórios durante o inverno. Embora os cuidados sejam importantes para toda a população, crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção redobrada neste período.
Esses grupos apresentam maior risco de complicações provocadas por gripes, resfriados e outras doenças respiratórias. Por isso, a Prefeitura de Foz do Iguaçu reforça a importância de incorporar medidas preventivas à rotina de toda a família.
Manter portas e janelas abertas por alguns minutos, mesmo nos dias frios, ajuda na circulação do ar e reduz a concentração de agentes infecciosos nos ambientes. A higienização frequente das mãos também é essencial, principalmente antes das refeições e após tossir, espirrar ou ter contato com locais de grande circulação.
Beber água ao longo do dia, manter uma alimentação equilibrada e usar roupas adequadas para se proteger das baixas temperaturas são outras atitudes que contribuem para o funcionamento do organismo.
Vacinação ajuda a evitar casos graves
Manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenção, especialmente para quem apresenta maior risco de agravamento. As vacinas ajudam a reduzir a ocorrência de quadros graves, internações e outras complicações relacionadas às doenças respiratórias.
A população deve acompanhar os canais oficiais da Prefeitura de Foz do Iguaçu para consultar orientações sobre vacinação, locais de atendimento e ações realizadas pela rede municipal de saúde.
Familiares e cuidadores também têm papel importante na proteção dos grupos mais vulneráveis. Pessoas com tosse, coriza, febre, dor de garganta ou outros sintomas respiratórios devem evitar o contato próximo com crianças, idosos, gestantes e pacientes com doenças crônicas.
Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, não compartilhar copos, talheres e objetos pessoais e manter os ambientes limpos e ventilados são medidas simples que ajudam a interromper a transmissão.
Sinais de alerta exigem atendimento
A evolução dos sintomas deve ser observada com atenção. Caso o quadro persista ou apresente piora, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para receber avaliação e orientação profissional.
Sinais como falta de ar, febre persistente, cansaço intenso e dificuldade para respirar exigem atendimento imediato. Em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, qualquer alteração importante no estado geral merece atenção.
Neste inverno, o cuidado coletivo faz a diferença. Proteger quem apresenta maior risco é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, cuidadores e toda a comunidade.
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Fonte: Portal da Cidade I Conteúdo Patrocinado
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